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 [RPG] O'Brian Hotel

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one xan
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MensagemAssunto: [RPG] O'Brian Hotel   22/2/2016, 21:35



Horário: 8:00 a.m. - 10:00 a.m.
Clima: Nublado

O'Brian é conhecido como um dos melhores hotéis da Nova Zelândia e como maravilhosa consequência, recebe inúmeros hóspedes de vários lugares do mundo todos os dias. Para os funcionários era só mais uma manhã qualquer na qual eles serveriam de escravos das pessoas que pagam seus salários e os hóspedes tinham seu próprio meio de chegar ao hotel: avião, carro, navio...

→Objetivo: Chegar ao hotel, fazer o check-in, desfazer as malas e/ou conhecer outros moradores.
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97MEI
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   22/2/2016, 23:34



  Stella Castillo
 Interagindo com: Ser vivo
Localização: Saguão do Hotel
Status: meu deus eu só faço bosta

Cheguei no hotel quase uma hora depois de sair do avião por motivos de: Malas. As malditas decidiram ser algumas das últimas a chegar e eu tive que ficar esperando elas, o que levou uns quinze ou vinte minutos. Peguei um daqueles carrinhos de aeroporto para minhas malas e segui até a saída, novamente tendo um problema, só que dessa vez para conseguir um táxi que não tivesse alguém já dentro dele. Levou dez minutos até eu conseguir um táxi, ou seja, trinta minutos até conseguir sair do aeroporto. A viagem de táxi foi tranquila, bem mais do que a de avião que a cada cinco segundos tinha uma turbulência. Agora imagine aguentar isso de Porto Rico até a Nova Zelândia. Sim, um sofrimento bem grande e espero que ninguém passe por isso que passei. Fiquei olhando pela janela do táxi por todo o tempo, até chegar ao hotel, O'Brian Hotel. A fachada era bem bonita, e eu dei um sorriso satisfeito, enquanto pagava o taxista e esperava ele tirar minhas malas do guarda-malas do carro, vendo em seu rosto em uma mistura de raiva e sofrimento por conta do número de malas que levei. Eu até pensei em pedir desculpas para ele, mas o homem logo entrou no carro e saiu dirigindo sem falar nada. Rude.
Entrei no hotel tentando levar todas as minhas malas e minha bolsa ao mesmo tempo, algo que parecia meio missão impossível. Segui até o saguão do Hotel e logo depois até o balcão onde se encontrava a recepcionista, já que eu tinha que fazer o check-in logo e ir para o meu quarto antes que eu morresse por conta das malas. Deixei uma das malas ao meu lado, enquanto falava com a mulher e fazia meu check-in, nada muito sobrenatural. Após uns minutos eu terminei tudo aquilo e já ia para o meu quarto, só que eu esqueci o fato da mala estar parada ao meu lado e esbarrei nela, o que fez ela esbarrar em outra pessoa e cair. Esse definitivamente não é o melhor jeito de começar as coisas.
 – A-Ah, desculpe. – Disse, obviamente constrangida e pegando minha mala o mais rápido possível e colocando perto das outras que eu tinha, me enrolando um pouco. As vezes eu queria não ser tão desastrada, essas coisas sempre acontecem. Agora era torcer para que a pessoa estivesse de bom humor e não me atacasse ali mesmo.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   22/2/2016, 23:48



r o b e r t    o'h a r a
Interação: Pessoa com trocentas malas
Local: Saguão do hotel
Status: minha filha voce ta viajando ou se mudando junto com uma familia de 13 membros


O pior jeito de viajar, depois do návio, é de avião. Odeio aviões, o fato de ser um dos poucos meios de transporte que possa fazer viagens de longa distância me irrita profundamente. Primeiro que é pequeno e desconfortável, segundo que o banheiro é horrível, terceiro que a comida é desagradável e quarto é que pessoas carregam galinha mesmo estando na primeira classe. Sério. Tinha um cara com uma galinha dentro de uma gaiola do meu lado e a única coisa que eu queria era um copo d'água e matar aquela galinha. Odeio viajar de avião.
Quando eu finalmente saí daquele lugar desprezível só faltou me ajoelhar e agradecer a Deus no meio do portão de desembarque, porque só o sangue do cordeiro. Aí foram quinhentos anos até minha bagagem chegar, sempre assim, e fui atrás de um táxi que pudesse me levar para o hotel onde eu teria conforto e nada de galinhas, era tudo que eu mais queria naquele momento. Como uma pessoa normal no hotel, estava fazendo check-in normalmente, talvez tenha piscado para a balconista uma vez. Duas. Quatro. Quinze. Oi? Enfim, o importante é que eu consegui ser adulto e normal o suficiente para pegar as minhas chaves, o que era muito bom.
Não sei exatamente se o que aconteceu na hora que eu ia para o quarto era bom ou ruim, mas provavelmente bom. Uma senhorita, muito bonita por sinal, se enrolou com as quinhentas malas que ela carregava e uma delas acabou caindo em mim. Eu poderia fazer o maior teatro, me jogar no chão e ficar berrando igual um cabrito mas isso exigia trabalho, e de trabalho já é bom o que eu tenho no tribunal. Acabei ajudando ela a levantar a mala e ouvi ela pedir desculpas, que não era realmente necessário.
— Tudo bem, eu estava no meio do caminho. Aliás, eu tenho um problema básico com meu celular e queria saber se você pode me ajudar, é bem simples mas eu sou meio idiota. Acontece que não tem seu número salvo nele. — Cantar as pessoas é muito bom, especialmente pessoas bonitas. Eu mereço um prêmio de melhores cantadas, convenhamos.
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97MEI
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   23/2/2016, 00:44



  Stella Castillo
 Interagindo com: Um ser talvez um pouco paquerador
Localização: Saguão do Hotel
Status: o que tá acon teseno

Sabe quando você imagina uma cena e o script na sua cabeça e acontece algo totalmente diferente? Então, foi praticamente isso que aconteceu. Eu achei que a pessoa ia fazer um show, berrar, me xingar, jogar a mala na minha cara e várias outras coisas que minha cabeça dramática pensou, mas, na realidade foi um pouco diferente, o que era realmente bom, parando para pensar. O homem, bem bonito, devo admitir, me ajudou a levantar a mala e dei um sorriso de gratidão a ele, depois falando que estava tudo bem e que estava no meio do caminho. Até que, logo após isso, aconteceu algo que eu realmente não esperava. Ele começou a falar novamente e dessa vez era que tinha um problema simples em seu celular e queria minha ajuda, mesmo sendo bem básico. Eu, super inocente, já ia perguntar o que era, mas ele foi mais rápido e explicou que o problema era que seu celular não tinha o meu número nos contatos. Arregalei os olhos por alguns segundos e comecei a rir, tapando o rosto com as mãos logo depois, já que era essa a reação que eu tinha para quando essas coisas aconteciam. Eu sei, bela reação.
– Espera, isso é sério? – Foi a única coisa que consegui falar após tirar as mãos de meu rosto, ainda rindo um pouco. Assim, não era algo muito normal você derrubar a mala em alguém e ela te dar uma cantada, pelo menos nunca tinha acontecido comigo. Até agora.   – Por acaso, eu te conheço?
– Obviamente eu não o conhecia, mas eu não conseguia raciocinar muito bem após todos esses acontecimentos inesperados que tive até  agora, além do cansaço pós viagem longa. Tentei sorrir o tempo todo, mesmo estranhando a situação. Eu não sabia se ria novamente, ficava séria, dava o meu número ou ficava na defensiva por mais tempo. Mas eu não acho que dar meu número para um completo desconhecido seja algo totalmente seguro e recomendável. O resultado disso tudo foi então a minha pessoa mexendo no cabelo, meio nervosa e olhando para as malas. Me ajuda a lidar com isso, Deus.



Fay Schreave
Interagindo com: Livre
Localização: Saguão do Hotel
Status: alguem me dá um tiro

Eu odeio a minha vida, tipo, odeio muito mesmo. Achei que mudar a rotina e viajar para um lugar bem longe e não iguais as outras viagens que eu fazia tipo ir do meu quarto até a cozinha ia ser ótimo para minha pessoa, mas o dia já começou mostrando que era melhor eu ter ficado na cama e dormir até ficar tarde. Logo no avião o problema já começou mostrando a merda que essa viagem ia dar. Não tinha uma ou duas crianças naquela máquina mortífera chamada avião, mas sim, umas QUINZE dentro daquela merda e todas deveriam ter menos de sete anos, e o melhor é que estavam todas perto de mim. Uma dessas crianças estava na poltrona do meu lado com sua querida mãe, até que essa querida mãe vagabunda decidiu ir no banheiro e deixar a criança sozinha e do meu lado, pronta para armar um plano diabólico e matar todos do local, porque isso é obviamente o que as crianças pensam. A pequena demoniazinha aproveitou uma brecha em que eu me distraí com o nada em minha frente e puxou o meu cabelo, me dando um susto. E eu fiz o mais óbvio a se fazer quando uma criança é mal educada. Puxei o cabelo dela de volta e ri da cara dela. A criança começou a chorar e ficou com medo de mim o resto do vôo todo. E sim, fui mal vista o resto do vôo todo, mas nem ligo. Estou nesse mundo para causar mesmo.
A minha mala demorou uns cinco minutos para chegar, o que para mim é muito e eu já estava achando que tinham roubado minha mala e que teria que contratar um advogado e processar o aeroporto. Peguei minha mala lindamente rosa e saí do local, achando um táxi do lado de fora e logo entrando, com cara de cu para ver se o taxista percebia que eu não curtia conversar com gente desconhecida que eu nunca mais vou ver. Cheguei no hotel após um tempo e paguei o taxista, que para sua desgraça, eu fiz o esforço de pagar com várias moedas só para ver o circo pegar fogo. Peguei minha mala e fui até o saguão, onde tive que fazer o check-in com uma recepcionista que estava sorrindo muito para o meu gosto. Terminei tudo aquilo e peguei as chaves, mas, antes de ir para o meu quarto, me joguei em uma das poltronas do saguão, com uma preguiça gigante de continuar andando. Eu deveria ter ficado em casa.
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one xan
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   24/2/2016, 17:57



Laverne Harlow
Interagindo com: Ruiva
Localização: Saguão do Hotel
Status: vamos trocar umas ideias

A viagem de avião foi cansativa, mas eu certamente não poderia esperar coisa diferente. Tá que é legal você ficar lá nas alturas e se gabar para as pessoas que você conseguiu pagar a viagem (eu não faço isso), mas dá pra você ficar enjoado fácil e a cada turbulência você acha que vai morrer. Felizmente, agora acabou, apesar de eu ainda conseguir ouvir aquela idosa semi-desmaiada roncando no meu ouvido.
Senti uma sensação libertadora quando saí do avião, eu já estava ficando agoniada. Sofri novamente aquele maldito negócio da demora das malas, deve ter demorado uns 20 minutos para eu poder pegá-las. As peguei e coloquei num carrinho, esperando um táxi que chegou sem tanta demora. Algo que não demorou até agora, queria até me ajoelhar e agradecer pro infinito. Acenei para o taxista e entrei no carro, dizendo o endereço de O'Brian Hotel e logo assentiu com a cabeça e foi até lá. Me distrai vendo o hotel pela janela do táxi, mas tratei de sair logo enquanto o moço me ajudava com as malas, que não eram tantas, eu acho. Me despedi rapidamente dele e peguei minhas malas, parando para enaltecer o hotel mais um pouco. Era ainda melhor do que eu imaginava, sério. Parece de filme, sei lá.
Entrei no saguão e fui até o balcão onde havia uma moça com quem eu deveria fazer o check-in. Arrumei tudo com ela sem muito enrolamento e logo sentei em uma das poltronas do saguão pra parar um pouco e comer um lanche rápido, quando olhei para o lado e vi uma garota sentada do meu lado, que sério, era muito bonita. Meio impossível deixar de reparar com esses cabelos ruivos e longos dela, mas não vem ao caso. Eu podia falar com ela, talvez. Eu nunca falo com praticamente ninguém.
— Ah, olá.  — Devo ter demorado um pouco para finalmente sorrir de canto para ela. Perdoa minha inexperiência em socialização.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   26/2/2016, 22:08



Fay Schreave
Interagindo com: Moça do cabelo loiro e legal
Localização: Saguão do Hotel
Status: eu sou professora de socialização

Sabe aqueles momentos que você fica olhando para um ponto fixo e praticamente se desliga do mundo, tendo uns pensamentos bem inúteis mas para você são super importantes para a humanidade? Então, eu estava tipo isso. Após sentar naquela poltrona chique do saguão e colocar minha linda mala rosa choque que todos querem ao meu lado, peguei meu celular e os fones, colocando somente um deles na minha orelha e entrando no Spotify Salvador de vidas monótonas como a minha, já que minha rotina é sempre a mesma coisa: Dormir, comer, ver séries, reclamar de alguma coisa no Twitter e comer de novo. E com o Spotify o dia todo aberto. Enfim, abri o aplicativo e coloquei na melhor playlist que eu tenho lá que era do DEUS TODO PODEROSO PANIC! AT THE DISCO . Meu Deus, como eu amo essa porra de banda. Amém Brendon Urie.
Fechei os olhos e encostei na poltrona por talvez um minuto enquanto ouvia uma das músicas maravilhosas, e logo abri os olhos novamente, olhando em volta e logo tomando um susto que me fez dar um pequeno pulo, já que de alguma maneira, uma loira tinha brotado do meu lado. Uma loira bem bonita, na real. A mesma estava olhando para mim e dando um sorriso de canto, enquanto eu ainda não tinha mostrado nenhuma expressão sequer para a mesma. Fiquei assim por mais alguns segundos, até que decidi falar alguma coisa, já que eu acho que é o que devemos fazer para conversar com alguém.
– ...Oi? – Puta merda, me dêem um prêmio por socialização com pessoas desconhecidas, eu mereço muito. –...Você seria? – Ótimo jeito de perguntar o nome de alguém, obviamente. Na verdade, tudo que eu queria perguntar era de onde caralhos ela surgiu, como ela chegou do meu lado e como ela conseguia deixar o cabelo tão liso e bonito daquele jeito. A última pergunta eu posso deixar para outra hora. Dia. Talvez século. Quais as chances de termos uma amizade, irmos uma no quarto da outra, fofocar e passar dicas de beleza que nem nos filmes americanos dos anos 2000? É, basicamente nenhuma. Uma pena.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   27/2/2016, 13:45



r o b e r t  o'h a r a
Interação: Pessoa com trocentas malas
Local: Saguão do hotel
Status: oi hta vamo se conhece


Depois do epísódio da galinha, meu dia melhorou um pouco já que eu por acaso me encontrei com uma moça bonita que jogou a mala em mim. Pelo menos não foram todas, já que ela tava levando a loja de bagagens inteira praticamente. Gente bonita não pode se deixar passar despercebido então como a pessoa maravilhosa que sou, ajudei ela com a mala e ainda dei uma cantada porque aqui é tipo The Sims, conhece de manhã e no fim da tarde já ta casando. Fazer o que.
Depois que eu fui super educado com a ajuda e a cantada, ela riu um pouco e cobriu o rosto com as mãos por alguns segundos mas voltou a olhar para mim antes de perguntar se aquilo era sério. Uma ótima forma de fazer amigos.
— Talvez seja sério, afinal, cantar alguém é uma ótima forma de conhcer novas pessoas. — Na cama. Ok, brincadeira, eu mal conheço ela mas bem que gostaria. A pessoa bonita que eu ainda não sabia o nome perguntou se me conhecia, e a resposta era obviamente não porque eu me lembraria se conhecesse ela e vice-versa. — Não, mas é uma ótima oportunidade. Afinal, você jogou essa mala em mim. — Ela não jogou a  mala em mim, foi um acidente, mas isso não vem ao caso agora, o que interessa é que a mala esmagou meu joelho. — Mas se você faz questão...Bom dia, meu nome é Robert O'Hara, tenho vinte e um anos, sou britânico, trabalho como advogado e gosto de comédias americanas tipo MIB ou The Intership. Sua vez. — Pessoas normais provavelmente duvidariam do fato de que eu sou um advogado, porque digamos que eu não sou uma pessoa séria. Nem um pouco, na verdade eu sou um ótimo mentiroso e mentir é algo que advogados fazem frequentemente só pra livrar a bunda de um desconhecido e conseguir dinheiro pra ser feliz. Não escolhi minha faculdade com base nisso mas digamos que é um argumento que teve um peso na hora da escolha.
— Olha, você parece visivelmente nervosa e provavelmente quer borrifar um spray de pimenta nos meus olhos na tentativa de me deixar cego e sair correndo então eu te dou duas opções: você pode seguir sua vida normalmente fingindo que nunca nos conhecemos ou continuar falando comigo, mesmo que provavelmente queira me dar um soco. — Talvez ela não tivesse um spray de pimenta, agradeço aos céus se ela não tiver, mas ai ela pode enfiar um garfo nos meus olhos ou algo assim então não vamos comemorar muito. Eu poderia simplesmente ter dito tchau, pegado minha mala e ido pro quarto fazer nada mas eu preferi ser eu mesmo e ficar falando coisas idiotas que fazem parecer que eu to debochando. Minha mãe estaria me batendo com um tamanco nesse momento.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   27/2/2016, 22:47



  Stella Castillo
 Interagindo com: Robert hto
Localização: Saguão do Hotel
Status: oi hto vamos ser amigos

A conversa com a pessoa que ainda desconhecia o nome estava tomando um caminho que eu não esperava, e tudo que eu fazia era rir. Primeiro, a mala dando uma de suicida e se jogando nele e agora a cantada. Após meu ataque de riso meio nervoso e ter perguntado se tudo aquilo era sério, o moço respondeu alegando que talvez fosse, já que cantar pessoas era uma ótima forma de conhecer novas pessoas. Ninguém nunca tentou me conhecer ou fazer amizade comigo usando uma cantada, isso algo novo para mim, mas acho que isso todo mundo já percebeu. – Ah... Eu não estou acostumada a levar cantadas e coisas do tipo...– Isso era bem verdade, e eu olhei para o chão por alguns segundos e mordi meu lábio inferior. Nem um pouco nervosa, como podem ver.
O ser sem nome respondeu que não nos conhecíamos, como eu imaginava, mas que era uma ótima oportunidade para isso, já que eu tinha jogado minha mala nele. Senti meu rosto ficar um pouco quente por vergonha, já que obviamente eu não tinha a intenção.  – Me desculpe por isso novamente, foi um acidente. Você não se machucou, não é?– Perguntei, esperando que ele estivesse bem.
Logo após, ele começou a se apresentar. Seu nome era Robert, tinha a minha idade, britânico, trabalhava como advogado e gostava de comédias americanas. Uma apresentação bastante diferente, mas prática. – Meu nome é Stella Castillo, temos a mesma idade, sou Porto-Riquenha, trabalho na empresa do meu pai e gosto de séries, de todo tipo. Prazer em conhecê-lo. – Sorri para o mesmo de uma forma gentil e ergui minha mão em sua direção, esperando que o mesmo apertasse.
Presumo que o Robert percebeu o meu nervosismo e começou a falar que eu provavelmente queria borrifar spray de Pimenta nos olhos dele e sair correndo, então ele me daria duas opções: Ir embora e continuar minha vida ou continuar falando com ele. Arregalei meus olhos um pouco, já que não esperava por isso. – A-Ah... Eu não quero borrifar spray de Pimenta em você e nem te dar um soco. Vou continuar falando com você, se não se importa com isso. Você parece ser uma pessoa legal. – Dei um sorriso leve para ele, tentando controlar um pouco do meu nervosismo e não ficar tão quieta como geralmente sou. Sabe, eu não quero ficar sozinha aqui no Hotel e seria bom ter um amigo ou coisa do tipo. Eu acho.
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one xan
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   2/3/2016, 20:20



Diane Harlow
Interagindo com: Irmãzinha
Localização: Saguão do Hotel
Status: surprise, bitch


Cheguei no hotel após uma viagem de 1 mês. Sim, 1 mês. Eu estive morando num navio por alguns meses e viajando para outros estados, mas eu cansei de só ficar nessas merdas e quis variar. "A Nova Zelândia é um país realmente bom", disseram. "Você não vai se arrepender de passar o tempo lá", disseram. E aqui estou. Na verdade, a paisagem é até bonita. Mas eu só estava olhando pela janela até agora.
O comandante me ajudou com as malas e logo quando todas estavam no solo me aproximei de seu rosto e olhei em seus olhos. "Vai sentir minha falta?" Eu disse, praticamente tava insinuando que podia começar um amasso com ele a qualquer momento aqui mesmo. Mas ao invés de fazer isso apenas me afastei, agradeci e pisquei para ele, indo para o hotel com minhas malas. Ele tava todo vermelho, coitado. Devo ter ficado com a música How To Be a Heartbreaker na cabeça por todo o percurso até o hotel, melhor música.
Entrei no lugar e fui até o balcão fazer meu check-up. Provavelmente flertei com a balconista só com o olhar, mas fazer isso é divertido, convenhamos. Logo ela entregou minhas chaves e agradeci, indo em direção ao meu quarto.
Eu juro ter visto minha irmã sentada em uma das poltronas do saguão junto de uma garota, sério. Nem fudendo uma coisa dessas, ficar aturando essa retardada até aqui em O'Brian Hotel? Não. Eu observei um pouco a moça para ter certeza de que não era ela e continuei andando, mas quando eu passei por ela eu realmente notei que era a Laverne.
...Porra, sério? Alguém me mata, ou caso contrário eu vou matá-la. Não estou livre dela nem em paz num país que eu nem sabia que existia desde alguns anos atrás, oi? De qualquer forma, decidi nem ligar para isso, afinal eu deveria me sentir honrada por a irmãzinha gostar tanto de mim a ponto de me seguir até Nova Zelândia.
Caminhei disfarçadamente até ela e andei com meus dedos na cabeça da poltrona. Ah, eu quero ver a reação dela. E oi, quem era essa ruivinha? Laverne é tão mongol que não consegue nem pegar uma garota.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   2/3/2016, 20:30



a a r o n    c a m p b e l l
Interação: Livre
Local: Saguão do Hotel
Status: gente q hotel bonito é esse eu to num filme do Woody Allen

Assim que  abri os olhos pela primeira vez naquele dia e percebi que não estava no meu quarto, me perguntei se tinha sido sequestrado e estavam me guardando para vender no mercado negro. Graças a Deus não era isso, era só o návio que um colega tinha arrumado pra eu chegar na Nova Zelândia. Sou muito grato a ele, considerando que eu fiquei com o pior quarto possível, mas ainda era melhor do que nada.
Me levantei da cama cambaleando e não por causa do navio virando, era porque eu estava grogue mesmo. Odeio acordar assim. Me dirigi ao cubículo que alguns chamariam de banheiro que tinha naquela cabine e escovei meus dentes e dei um jeito no meu cabelo, se eu ia chegar no hotel hoje deveria estar ao menos apresentável, não vou chegar lá parecendo um bicho porque vai que me expulsam né. Deixei aquele projeto de banheiro e fui em direção a minha mala para trocar de roupa, por mais que eu quisesse chegar lá de pijama, infelizmente não podia, então me troquei rapidamente e ajeitei a mala o suficiente para coseguir fechar. Prendi a caixa de discos naquele bagulho de metal da mala que eu não sei o nome e a vitrola carreguei na mão já que dava para fechar como se fosse uma maleta.
Fui a um saguão aleatório onde mandavam que fossemos e sentei lá e fiz porra nenhuma até chegarmos e eles resolverem deixar a gente sair. Por mais que quisesse muito sair do návio, ia sentir saudade dos jantares no restaurante do navio, principalmente da noite italiana. Infelizmente, deixaria tudo isso para trás, mas felizmente teria outros jantares nesse hotel para onde eu ia, uma troca justa.
Quando cheguei ao porto foi um completo inferno pra pegar o táxi já que tava tudo engarrafado por culpa do bendito desembarque. Quando finalmente consegui, passei o endereço do local e fiquei a viagem inteira ouvindo música porque dessa vez eu não tinha nada para debater com o taxista. Uma pena, ele parecia ser uma boa pessoa. Encostei na janela e vi o hotel se aproximando, a fachada era mais bonita que qualquer lugar onde já fiquei na minha vida, talvez me de muito bem aqui.
Paguei o táxi e peguei meus pertences, me dirigindo para a entrada. Olha, o hotel era bonito por dentro também, até assoviei (baixo) como forma de demonstrar minha ótima primeira impressão. Olhei em volta e percebi alguma pessoas conversando mas não pensei em me juntar a nenhuma delas então só fiz o check-in e me sentei em uma das poltronas que tinham por ali antes de ir pro quarto, o único motivo para não ter ido direto pular na minha cama é que eu ainda não estava no clima de ficar trancado lá dentro por sabe-se lá quantas horas. Então, como eu disse, fiquei lá sentado vendo a hora passar enquanto ouvia Sonic Youth e ajeitava meus óculos escuros na cara a cada quarenta segundos.





r o b e r t    o'h a r a
Interação: Stella deusa
Local: Saguão do hotel
Status: diz himym por favor


A conversa estava tomando um rumo ótimo, aposto que até o final de hoje nós estaremos de pijama comendo pipoca e assistindo alguma série legal, tipo How I Met Your Mother ou F.R.I.E.N.D.S, ou seja, seria um ótimo dia. Pelo menos agora, porque a situação da galinha não foi muito legal, e eu ainda quero matar aquela ave e o dono dela com uma faca de plástico. A moça disse que não estava acostumada a receber cantadas o que me deixou surpreso, porque assim, ela é linda então acho que isso é difícil. — Wow, sério? Achei que estivesse acostumada porque você é muito bonita, então me desculpe se eu fiz mal. — Sou muito educado com as pessoas, pelo menos até virarmos amigos que não é o que acontece na mairia das vezes.
Percebi que ela ficou com um pouco de vergonha quando eu falei sobre ela ter "jogado" a mala em mim, e aquilo foi muito fofo. Ela ainda perguntou se eu estava bem, eu realmente queria ser boa pessoa assim, mas sabemos que eu não sou.
— Eu estou bem, relaxa, só estava brincando. Não leve tudo que eu digo a sério, eu raramente falo sério. — Respondi sorrindo de modo descontraído, talvez isso a deixasse mais tranquiça.
Depois da minha apresentação que mais parecia aquelas que você faz no primeiro dia de aula, a minha nova colega começou a se apresentar também. Seu nome era Stella, tinha a minha idade, Porto-Riquenha, trabalhava na empresa do pai e gostava de séries. Gostei dessa garota. Stella estendeu sua mão para que eu apertasse e foi o que fiz.
— Bom Stella, agora que sabemos o básico sobre nós dois eu me sinto no direito de perguntar uma coisa muito importante. How I Met Your Mother ou F.R.I.E.N.D.S? — Essa pergunta é muito importante na hora de se fazer uma amizade, eu por exemplo prefiro How I Met Your Mother, mas não desgosto de F.R.I.E.N.D.S, mas obviamente prefiro amizades que tenham o mesmo gosto que os meus.
Sobre as duas opções que eu dei a ela, sua reação foi me olhar com os olhos um pouco arregalos, provavelmente porque na sua mente eu sou um maníaco retardado que ia matar ela na primeira oportunidade. Para minha surpresa, Stella disse que ia continuar falando comigo, o que me deixou muito surpreso, inclusive me permiti colocar a mão no meu peito como se estivesse indignado.
— Não, não me importo. E obrigado pelo elogio, você também parece ser uma ótima pessoa. E mais uma coisa que você precisa saber é que eu sou extremamente cara-de-pau. Precisava te contar isso senão você pode acabar ficando supresa com tudo que eu falo. — E sorri. Aaaawn, já tinha uma amiguinha pra ficar ouvindo Adele e tomando sorvete comigo quando eu estiver triste.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   3/3/2016, 00:43



  Stella Castillo
 Interagindo com: Robert hto
Localização: Saguão do Hotel
Status: hto bora ser bff

A conversa estava indo bem, me deixando um pouco mais tranquila do que antes. Estávamos nos dando bem, e vi ali uma oportunidade de não ficar sozinha o resto da viagem toda. Eu não sou a pessoa mais sociável do mundo, então conseguir uma amizade que dure mais de cinco minutos é meio que uma conquista para mim. Ele pareceu um pouco surpreso após eu ter dito não ser acostumados com cantadas. O mesmo perguntou se era sério e que achava que eu já estava acostumada e me elogiou, dizendo que eu era muito bonita e pedindo desculpas se tivesse feito mal. Na parte do elogio eu senti meu rosto ficar ainda mais quente por vergonha e dei um sorriso tímido, já que eu não sei bem como reagir a essas coisas. Nem mesmo minha família me elogia, então dá um desconto. – Eu sou bonita? Obrigada... – Continuei sorrindo timidamente enquanto agradecia o elogio. – Ah, está tudo bem, não precisa pedir desculpas. – Fui sincera em minhas palavras, enquanto tentava mostrar um sorriso mais gentil.
Após meu desespero misturado com vergonha achando que tinha machucado ele no acidente com a mala, o mesmo me tranquilizou e que só estava brincando, e que não era para eu levar tudo que ele diz a sério. Eu consenti com a cabeça, mesmo que isso tenha sido desnecessário já que eu comecei a falar logo depois. – Ah, tudo bem. Eu realmente levo as coisas muito a sério. – Ele sorria enquanto falava e eu sorri de volta após responder, me sentindo um pouco mais tranquila.
Robert apertou minha mão e ficamos assim por alguns segundos até eu soltar. E então, ele fez uma pergunta de extrema importância. How I Met Your Mother ou F.R.I.E.N.D.S. .– Por favor, me diga que você prefere How I Met Your Mother. – Disse, rindo um pouco. Gente, essa série é vida e eu ainda nem terminei de assistir. Eu gosto de F.R.I.E.N.D.S, gosto muito, mas ainda sim prefiro How I Met Your Mother.
Robert novamente parecia surpreso com minhas palavras, já que vi o mesmo colocando a mão em seu peito e eu ri um pouco, colocando a mão em frente a minha boca, tentando abafar o riso. Robert disse que tinha mais uma coisa que eu precisava saber, é que ele era extremamente cara-de-pau. Eu ri um pouco mais com seu comentário. – Tudo bem, acho que eu posso me acostumar a isso. – Falei enquanto sorria. Acho que consegui um amigo, mal posso esperar para ver séries com ele e comendo sorvete ou alguma coisa do tipo.



Fay Schreave
Interagindo com: Livre
Localização: Saguão do Hotel
Status: tchau queridas amigas

Meu dia ainda estava meio muito meh, já que tinha começado acordando cedo, e eu odeio muito acordar cedo, muito mesmo sabe, e depois teve aquela criança encapetada no avião puxando meus belos cabelos. No momento, eu estava sentada numa poltrona com uma moça loira e de sorriso de canto. Ela parecia ser uma pessoa legal, pelo menos nessa primeira impressão que eu tive dela. Ela não chegou me xingando que nem as pessoas de onde eu moro fazem, então já ganhou uns pontos comigo.
Eu perguntei a loira quem seria ela, mas antes mesmo dela responder, surgiu uma outra menina, também loira, perto dela, andando com os dedos pela poltrona. Não me perguntem de onde ela surgiu, eu não faço ideia, de verdade. Eu encarei a loira 2 por alguns segundos e depois voltei a olhar para a loira 1, sem saber muito o que falar, nem mesmo lembrando que a loira 1 não tinha me respondido. Eu nem um pouco confusa, claramente.
Eu sorri para as duas, que claramente deveriam se conhecer, e eu chuto que elas são irmãs ou que tem algum grau de parentesco, por serem bem parecidas (E loiras). Desviei o olhar delas e olhei para o meu celular, então não vi a reação da loira um, mas enfim, é a vida né. Acabei vendo a hora e lembrei que tinha que levar a mala ao meu quarto, antes que alguém me roubasse ou coisa do tipo, não to afim de perder essa mala maravilhosa e cara. Vocês sabem o quanto eu paguei nessa mala? Isso mesmo, muito dinheiro que eu nem lembro exatamente.
– Vocês obviamente se conhecem, né? Então... Eu vou deixar vocês conversarem e vou levar minhas coisas até o quarto. Eu já volto. – Dei um sorriso rápido para elas e peguei minha mala que estava jogada, coitada. Levantei da poltrona e comecei a andar, pegando meu celular novamente e mexendo enquanto andava. Eu sei que andar mexendo no celular sempre dá merda, mas foda-se. Continuei andando, olhando algumas coisas muito importantes no celular e novamente com o fone no ouvido.



Talia Giannopoulos
Interação:Pessoas loiras
Localização: Saguão do Hotel
Status: oi moças vamos ser amigas

Vocês não sabem como é horrível uma pessoa hiperativa como eu viajar de avião. Eu não consigo ficar parada por mais de cinco minutos, então a viagem foi um belo inferno. Além disso, a pessoa sentada ao meu lado não era muito amistosa, já que não me respondeu pelo vôo todo. Enfim, não foi uma experiência legal. Minhas malas demoraram alguns minutos para chegar, e eu as peguei rapidamente e indo procurar um táxi, enquanto pulava animadamente por aí parecendo uma retardada. Já me acostumei em ser chamada de retardada, antes que falem algo.
Consegui um táxi até que bem rápido e falei o destino, enquanto o taxista entrava no carro após guardar minhas malas. Passei a viagem de táxi inteira tentando conversar com o taxista. E sim, falhei miseravelmente, de novo. Enquanto tentava puxar uma conversa, fiquei olhando pela janela do táxi, até o taxista avisar que já tínhamos chegado ao destino. Paguei a ele e peguei minhas malas, enquanto ia em direção a entrada do Hotel, que por sinal, só a fachada já era muito bonita, e isso me animou um pouco mais.
Entrei no saguão admirando tudo que via, esse era provavelmente o melhor hotel que eu já tinha ficado, e fui até a recepcionista fazer o check-in, sorrindo para ela, que foi a primeira pessoa simpática comigo no dia. Terminei o check-in e me despedi dela, pegando minhas malas um pouco pesadas. Até que vi uma poltrona vazia naquele saguão e tinha duas garotas ao lado. E eu, ilustre cara-de-pau e sem nenhuma vergonha que sou, decidi ir falar com elas. Por que não?
Sentei na poltrona e me virei para elas, dando um grande sorriso. – Oi! Meu nome é Talia, prazer em conhecê-las! – Acenei para elas, animadamente. Por favor, não tenham medo de mim. – Quais são seus nomes? Vocês são bonitas. Gostei do cabelo de vocês. – Um fator positivo do Teatro é que você perde toda a timidez possível e fala as coisas na cara. Mas eu fui sincera, elas são bonitas. Continuei sorrindo para elas, esperando que não tivessem medo de mim.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   6/3/2016, 19:46



a a r o n  c a m p b e l l
Interação: Menina ruiva
Local: Saguão do Hotel
Status: não me mata pfvr

Quando acordei pra vida e percebi que tava na poltrona do saguão quase dormindo a quase uma hora decidi que era hora de subir, desfazer as malas e ficar sozinho vendo Diário de Bridget Jones sozinho como a pessoa sem amigos que eu sou. Mentira eu não vejo Diário de Bridget Jones, eu vejo Daredevil. Passei a mão no rosto para ver se isso me ajudava a acordar pra vida e me levantei, juntando minhas coisas e indo a caminho do elevador. Na verdade eu nem sabia onde ficava o elevador, tava seguindo minha intuição que por sinal é uma merda. Que ótimo, provavelmente vou ficar perdido nesse hotel até alguém resolver me ajudar.
Deveria estar olhando para onde eu estava indo porque tinham muitas pessoas no saguão, mas o nada para onde eu estava olhando parecia mais legal do que ser uma pessoa politicamente correta que se importa com os outros, como resultado disso eu acabei esbarrando numa garota que passava por ali mexendo no celular. Desculpa colega, mas pelo visto você também não estaca prestando atenção no caminho.
— Ah, desculpe. Você não se machucou né? — Perguntei relativamente tranquilo e desinteressado já que meu sensor de foda-se tava meio que ligado. Parando de olhar para o nada, decidi olhar para a coitada da garota para fingir que eu estava me sentindo muito culpado, quando na verdade não estava porque foi um acidente, não é como se eu saísse esbarrando nas pessoas por aí de propósito. Ela era muito bonita, aparentemente jovem, o cabelo chamava atenção por ser ruivo e longo e combinava com ela. E pela aparência ela também devia ser legal, quem sabe um dia nós possamos ir no Subway e comer aqueles sanduíches gigantes, esse dia pode ser tipo nunca. Talvez ela também possa me guiar até o elevador. Voltando ao que interessa, esperei que a garota respondesse, provavelmente eu ia acabar levando soco na cara ou uma joelhada na virilha porque da última vez que eu esbarrei acidentalmente numa garota foi isso que aconteceu, então eu pedi para Deus que essa garota fosse muito simpática e calma.




r o b e r t  o'h a r a
Interação: Stella deusa
Local: Saguão do hotel
Status: vamo assistir mean girls e tomar sorvete


Eu estava dando o meu melhor pra ela não achar que eu sou um maníaco estuprador do parque e pelo visto estava dando certo, já estávamos mais amigos que aquelas personagens dos filmes da Barbie. Muito que bem, agora tenho alguém pra carregar pro restaurante do hotel na hora do jantar e felizmente essa pessoa, vulgo Stella, vai me aguentar sem tentar enfiar um garfo nos meus olhos. Ponto para mim! Com o foco na incrível interação que estava acontecendo ali, ela pareceu meio tímida e exibiu um sorriso leve para mim quando eu disse que era bonita, mais um ponto. — Não precisa agradecer, eu só estou falando a verdade. — Verídico. Depois de dizer isso ainda fiz questão de sorrir levemente pra ela só pra melhorar a conversa, estávamos chegando a algum lugar. Stella disse que eu não precisava pedir desculpas o que me fez relaxar os ombros que já estavão ficando tensos. — Ah, ótimo. Fiquei preocupado em te deixar sem-graça. — Mentira. Na real eu adoro deixar as pessoas sem graça, acho dez de dez (10/10), mas a minha idiotice não é importante nesse momento, pelo menos eu acho que não é.
Nossas apresentações foram incríveis e detalhadas o suficiente para preencher uma ficha médica ou todas as informações que seu telefone pede quando salva um novo contato. Apertamos as mãos e etc, etc. A coisa que interessa é que ela prefere How I Met Your Mother. Essa é das minhas.
— Eu prefiro How I Met Your Mother, muito bom saber que você concorda comigo. High five! — E levantei a mão para que pudessemos dar um lindo high five, vamos deixar bem claro que eu não estou tentando agredir ninguém aqui.
Depois que ela foi fofinha e se preocupou comigo pensando ter me machucado e eu fui descontraído e maravilhoso como sempre, Stella assentiu com a cabeça e disse que levava as coisas muito a sério, um caso completamente diferente do meu.
— Se você passar a falar comigo frequentemente vai acabar vendo tudo como um brincadeira. Não sei se recomendo isso. — E mais uma vez eu estou brincando como se fosse um adolescente de quinze anos, acho que preciso rever meus conceitos.
Foi bom ouvir a risada dela com a gracinha que eu fiz, por algum motivo indeterminado isso fez com que eu me sentisse bem. Ela disse que se acostumaria com o fato de que eu sou sem-vergonha e cara-de-pau, o que me fez sorrir novamente.
— O.k, Stella, você é muito legal, acabou de virar minha melhor amiga por aqui, mesmo que a gente só se conheça a tipo, dez minutos. — Eu mereço um troféu de melhor pessoa que já pisou em solo terrestre.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   7/3/2016, 19:58



Fay Schreave
Interagindo com: Pessoa bonita que curte um gel de cabelo
Localização: Saguão do Hotel
Status: oi tudo bom

Realmente, andar mexendo no celular não era uma boa ideia e obviamente eu ia fazer alguma merda desse jeito, eu sabia disso mas eu sou teimosa para caralho e continuei fazendo, é a vida né. Eu estava vendo coisas de alta importância, vulgo fotos do Brendon Urie maravilhoso de salto alto, quando esbarrei em alguém, o que fez eu tomar um leve grande GIGANTESCO susto, ir um pouco para trás e meu fone mal colocado cair do ouvido. E sim, eu me assusto extremamente fácil e talvez seja um pouco dramática, mas não me julguem. Geralmente eu xingo de todas as formas possíveis quando alguém esbarra em mim ou coisa do tipo, mas tipo, eu também tinha culpa dessa vez, então eu não era totalmente inocente, por isso era melhor ser a pessoa educada e gentil que eu não consigo ser mas eu tento. Eu juro que tento.
– Ah, desculpe. – Disse, enquanto o mesmo também pedia desculpas e perguntava se eu tinha me machucado, talvez tentando ser educado, só que com um tom meio cem por cento nem ai, o mesmo tom que eu geralmente falo com as pessoas, então nem liguei. Decidi finalmente olhar para a pessoa desconhecida. Ele era bem bonito, sendo sincera, seu cabelo parecia estar lotado de gel mas isso ficava bem nele, diferente de muitas pessoas que eu conheço. E então eu lembrei que eu tinha que responder e provavelmente o ser estava me achando meio retardada por ficar demorando. – Eu estou bem. Você também não se machucou, né? – Tentei dar um sorriso leve para ele, ser educada e tal como pessoas normais fazem mas ai eu lembrei que não sabia sorrir para gente desconhecida e parei logo depois, era mais seguro e menos constrangedor.
Ele parecia ser uma pessoa legal ou coisa do tipo, poderíamos até ser amigos e sair por aí e tal, mas isso provavelmente nunca vai acontecer. Mesmo assim, tentei puxar conversa  com ele. – Então... Você estava indo para o elevador? – Disse enquanto passava a mão em meus belos perfeitos cabelos. Tá, eu não sei como começar uma conversa, mas vamos fingir que eu sou boa nisso. Ou não.



  Stella Castillo
 Interagindo com: Robert hto
Localização: Saguão do Hotel
Status: bora ver série e comer doces

Eu já não estava mais tão tensa como antes, de algum jeito Robert conseguiu me tranquilizar e eu estava me soltando cada vez mais. Já podíamos ser melhores amigos tipo aqueles filmes americanos clichês, que na verdade eu gosto muito desse tipo de filme mas ninguém precisa saber. Ele provavelmente percebeu que eu estava meio tímida com o elogio feito, todo mundo conseguiria perceber isso, na verdade. E eu provavelmente devo ter ficado ainda mais vermelha do que antes, já que ele respondeu dizendo que só tinha dito a verdade. Eu tentei esconder meu rosto por alguns segundos, já que eu provavelmente estava extremamente vermelha por não saber a reagir a essas coisas e logo depois olhei para ele, dando um sorriso. Robert disse que tinha ficado preocupado em me deixar sem-graça e eu balancei a cabeça negativamente. – Ah, não precisa ficar preocupado, você não fez nada. – Continuei sorrindo para ele, demonstrando que estava tudo bem e tal.
Tivemos nossas apresentações incrivelmente normais e super detalhadas, ou não, e apertamos as mãos, coisas normais que pessoas normais fazem. O mais importante é que ele também preferia How I Met Your Mother, o que fez eu dar um sorriso animado. Ele levantou a mão para que pudessemos dar um high five e eu sorri ainda mais enquanto batia em sua mão. – High Five! – Falei animadamente, já que eu estava bem feliz pois teríamos algo para conversar. – Bom saber que tem alguém aqui com os mesmos gostos que eu.– É muito mágico conhecer alguém que goste da mesma série que você. Já podemos ser bffs, obviamente.
Depois do meu ataque de nervosismo por achar que tinha machucado ele e o mesmo disse que estava tudo bem e tal, o mesmo disse que se eu conversasse com ele frequentemente, ia ver tudo como uma brincadeira e ele não sabia se recomendava isso. Eu acabei rindo desse comentário dele. – Vou falar com você mais vezes então, parece mais divertido levar as coisas na brincadeira. – Não era a coisa mais legal do mundo levar tudo á sério, na boa.
Robert disse que eu era muito legal e que eu tinha acabado de virar a melhor amiga dele ali, mesmo com pouco tempo de conversa. Eu ri um pouco mais, concordando com a cabeça. – Você também é muito legal e acaba de virar meu melhor amigo aqui no Hotel com somente uns 10 minutos de conversa. – Já podemos tomar sorvete e assistir séries juntos, e eu mereço um prêmio por conseguir socializar com alguém.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   7/3/2016, 22:46



Laverne Harlow
Interagindo com: Diane capeta e Talia
Localização: Saguão do Hotel
Status: oi talia me ajuda

Eu senti como algo ou alguém tivesse atrás de mim e fazendo uns barulhos insuportáveis na cabeça da poltrona. Eu tava meio com medo de olhar, mas decidi olhar porque claramente não era mais do que uma pessoa. E vi que meu medo não era á toa. ERA MINHA IRMÃ. EU QUASE INFARTEI.
— ...Por que você está aqui?! — Eu estava tão "??????" que não podia dizer algo coerente ou ao menos legal. Não sei se isso foi coincidência, ou se ela veio aqui pra me atormentar mesmo. O mundo não gira em torno de mim, então a primeira opção é mais provável. Mas ainda assim é ridículo.
Logo eu vi a ruiva que eu ainda nem sabia o nome nos abordar, dizendo que nós obviamente nos conhecemos e que ia deixar a gente conversar e ia levar as coisas para seu quarto. Ah não, me ajuda. Ela disse que já voltava, o que me deixou levemente feliz, ela parece amigável e eu provavelmente não vou ficar com Diane na minha cola o tempo todo. Eu olhei a garota pegar o celular e colocar os fones de ouvido, até ela desaparecer do meu campo de visão. Que morte horrível a minha. Eu olhei para Diane novamente esperando que ela me desse uma explicação, mesmo que não fosse algo coerente, porque eu sou a caçula totalmente submissa a ela. Logo eu vi uma garota sentar perto de nós e logo se apresentar. Ela se chamava Talia, nome bonito alías. Ela perguntou nossos nomes e disse que eramos bonitas, e que gostou do cabelo da gente. Nem um pouco amigável, claro. Minha meta na vida é ser como Talia.
— Ah, me chamo Laverne. Prazer. —  Eu tentei não parecer ainda assustada com a presença de Diane, talvez ela vá pensar que eu estou assustada com a extroversão dela. — S-Sério? Obrigada. Você também é bonita, aliás.





Diane Harlow
Interagindo com: Laverne e Talia hta
Localização: Saguão do Hotel
Status: rsrsrs
Laverne demorou para virar a cara para trás, mas valeu a pena ter esperado. A cara de otária dela quase me fez rir. Devo dizer a cara dela de sempre? Enfim, ela perguntou assustada o motivo de eu estar aqui. Talvez por que eu quis? Nem respondi, não vou gastar minha voz com isso.
Eu vi a ruiva se levantar e falar que obviamente nos conhecíamos e com isso ia deixar nós conversarmos enquanto levava as coisas para o quarto. Nós nem sabemos o nome dela e Laverne já consegue a assustar, oi? Eu tô implorando, para de passar vergonha. Observei a ruiva ir em direção a seu quarto, e logo Laverne ficou me encarando revoltada. Acha mesmo que foi minha culpa? Eu só ri.
Após tudo aquilo vi uma garota andar por mim e sentar ao meu lado. Porra, eu queria bastante pegar aquela ruiva, mas esta também é gata, aliás. Certamente daqui a alguns segundos quem vai ser aquela ruiva?
Ela deu um grande sorriso e se apresentou. Seu nome era Talia, combinava com ela. Talia perguntou o nome da gente e disse que éramos bonitas, também que gostou da cor do nosso cabelo. Uau, espontânea. Mas fofa. Dei um leve riso soprado.
— Me chamo Diane. Prazer, Talia. — Sorri para ela enquanto falava. — Oh, sério? Obrigada. — Respondi após ela comentar sobre minha beleza e meu cabelo, enquanto tirava uma das mechas que estava jogada no meu rosto. — Eu tenho que concordar com ela. — Disse sobre o comentário de Laverne sobre dizer que Talia era bonita. Pelo menos isso ela fez direito.
Convenhamos, cantar pessoas é divertido, então decidi fazer isso com a Talia. Passei as mãos suavemente pelo meu próprio pescoço e falei.
— Está quente aqui ou é só você? —Permaneci olhando para outro ponto, logo olhando para Talia e dando um sorrisinho.





Isaac Winter
Interagindo com: -
Localização: Saguão do Hotel
Status: eeee um lugarzinho

A viagem de avião foi meio merda, como esperado. Na verdade, bem merda. Do meu lado tinha sentado um homem de segunda idade, e logo a nossa direita havia um casal gay. Ele ficou os xingando e mesmo que o resto do avião o olhasse como se fosse o novo hitler ou o implorando para parar de passar vergonha, ele continuou. Aí ele parou de gritar e apenas falou em voz baixa comigo: "Tsc, esses gays não tem modos mesmo" "Tem tanta criança, gente de família aqui" "Você deve ser jovem, portanto te dou um conselho: não vá na moda desses viados, hein? Adolescente vai muito em má influência" Ah,se ele soubesse que sou dessa "moda" desde quando eu nasci. Ao invés de me jogar da janela do avião eu apenas fechei os olhos e virei meu rosto para a janela, voltando a ouvir a bíblia AM. Isso amenizou minha vontade de levar um tiro naquele momento.
Algumas poucas horas finalmente cheguei ao aeroporto e quase morri esperando as malas. Quando chegaram, só peguei sem enrolação e fui ligar para o táxi, mas por dentro sentia que só faltava rezar para Alex Turner, porque tava foda. Logo o táxi chegou e eu entrei sem falar nada porque não adianta tentar ressucitar, e acabou que eu vi que o taxista era até bonitinho mas eu não falei porra nenhuma com ele. Well, shit happens.
A fachada do hotel era realmente bonita, admito que eu não esperava tanto. Enfim, eu entrei e fiz meu check-up como uma pessoa normal. Eu tinha avistado uma poltrona livre no meio de umas garotas e fui sentar lá, eu tava bem morto pelos 20 minutos andando. Desculpa pelo meu sedentarismo.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   15/3/2016, 18:03



a a r o n  c a m p b e l l
Interação: Menina ruiva
Local: Saguão do Hotel
Status: me ajuda pfvr

Nunca mais, nunca mais mesmo, eu vou sair andando por ai enquanto presto atenção na coloração na parede, ou numa mosca ou qualquer coisa que no momento pareça mais interessante que olhar para onde eu estou indo ou eu vou sair esbarrando em todo mundo, posso até acabar esbarrando no presidente ai ele vai me detestar e me prender pra sempre. Lição do dia: prestem atenção nos lugares por onde você anda. Enfim né, tinha esbarrado numa garota inocente que tava lá de boa enquanto eu estava brisando, provavelmente quase indo com a cara na parede. Desculpa, garota que eu não conheço.
Ela se desculpou, não completamente sem motivo porque a moça também não estava prestando atenção, então não sou o único culpado da história toda. Assenti com a cabeça, aceitando suas desculpas, completamente sem assunto como sempre fui. A garota entrou num transe que a fez demorar alguns segundos antes de responder a minha amável pergunta sobre seu bem-estar, o que me fez dar um sorriso de canto. O importante é que ela estava bem e parecia tentar se importar comigo já que perguntou de volta se eu estava ok.
— Eu estou bem, obrigado. Aliás, meu nome é Aaron e me desculpe de novo por ter esbarrado em você, não sou do tipo de pessoa que esbarra nas pessoas só pra ver o circo pegar fogo, por mais que pareça muito divertido. — Respondi me esforçando para ter alguém com quem conversar algo inútil, afinal eu estava pensando em morar aqui então ia ficar um bom tempo estudando a cidade. Odeio mudança, mas fazer o que, faz parte do pacote assustador chamado vida adulta.
A ruiva perguntou se eu ia para o elevador, talvez tentando puxar alguma conversa comigo, enquanto passava a mão naquele cabelo bonito dela. Não era a melhor forma de se começar um assunto mas a gente tenta mesmo assim, quem sabe no final do dia a gente já ta comendo pizza e assistindo High School Musical.
— Tentando ir. Eu não conheço nada aqui e meu senso de direção é uma bela merda, então estou me guiando por coisas meio..."Hm, esse lugar tem cara de caminho de elevador, vamos por aqui". — Não menti em momento nenhum, vamos deixar isso acertado. Aproveitando que eu estava mais perdido que cego em tiroteio, pedir para que a moça me guiasse até lá parecia uma boa saída, então por que não? — Eu, inclusive, agradeceria muito se você pudesse me guiar até lá ou posso acabar indo no Paquistão para pegar um elevador. — Pedi na cara de pau porque se eu não pedisse ia ter que dormir no balcão da recepção, então era melhor pedir ajuda. Balcões não são muito confortáveis, experiência própria.




r o b e r t  o'h a r a
Interação: Stella deusa
Local: Saguão do hotel
Status: vamo no outback engordar


Stella parecia estar bem mais calma comparando ao modo que ela estava antes. Mais um dos poderes do lindo e maravilhoso Robert O'Hara. Talvez eu devesse ir com um pouco mais de calma porque ela tava quase falecendo ali e eu ia ser o culpado o que não ia ser muito bom para o meu trabalho, e no final eu ia ter que me mudar para a Amsterdã, trabalhar como caixa de mercadinho e mudar meu nome pra nome pra Robson. Eu me mostrei preocupado e ela disse que eu não precisava me preocupar com aquele sorrisinho inocente, que amor. — Ótimo, isso me acalma um pouco. Só um pouquinho. — Estou impressionado com o quanto posso ser alguém amável, não sabia dessa minha capacidade, quero uma medalha e um lugar no Guinness World Records de pessoa mais fofa e amorzinho do mundo.
Nos apresentamos como se fossemos alunos do Ensino Médio que preferer morrer do que se apresentar pra turma inteira, a única diferença é que somos adultos e só tem nós dois aqui. Como pessoas normais, fizemos um aperto de mãos, por mais que eu apoie fortemente a idéia de inventar um toque legal tipo aqueles super elaborados que você vê na televisão que as pessoas inventam a música e tudo. Depois de quase chorar de emoção quando descobri que Stella também preferia How I Met Your Mother, nós fizemos um lindo high five totalmente merecido.
— Achei que você ia deixar meu high five no vácuo, estou aliviado. Ah, uma última pergunta. America's Next Top Model ou RuPaul's Drag Race? Seja sincera. — Só os melhores reality shows da face da terra, mas RuPaul's Drag Race é melhor porque elas fazem vestido até com a porra de um cortina. Eu não sei nem colocar um botão na blusa direito, prendo com durex por baixo e ta show. Stella comentou que era bom achar alguém que gosta das mesmas séries que você, e eu assenti porque era realmente incrível. — Realmente, é muito bom. Se você disser que gosta de filmes da Lindsay Lohan também eu juro que te dou um abraço. — Nem tente me julgar porque todo mundo gosta dos filmes da Lindsay Lohan, sem mas.
Depois que a mocinha com quem eu estava conversando ser uma boa pessoa e se preocupar com o estado da minha perna, ela parecia querer passar a levar as coisas na brincadeira, como eu. Tive vontade de fazer um discurso tipo aqueles do Oscar ou do Grammy só porque tinha alguém querendo ser como eu. Quase derramei uma lágrima.
— Leve as coisas na brincadeira, a vida adulta vai passar a ser menos chata. Você parece ter juízo, ao contrário de mim, então provavelmente vai saber os momentos certos para isso. Eu deveria aprender com você mas acontece que dá trabalho e levar tudo na brincadeira é mais fácil. — Não me peça pra ficar sério ou eu vou ter uma crise de riso no exato momento, eu não sirvo pra esse tipo de coisa.
Em dez minutos a Stella já virou minha melhor amiga e eu já virei o melhor amigo dela, quero ver falar na minha cara que eu não sou incrível.
— Já que somos melhores amigos, espero que isso significa que podemos ir no OutBack e dividir uma Ribs On The Barbie que é a melhor costela do universo. — Eu ainda vou levar a Stella no OutBack, escreva o que eu digo.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   17/3/2016, 22:00



Fay Schreave
Interagindo com: Aaron que curte gel de cabelo
Localização: Saguão do Hotel >>>> Elevador
Status: adorei seu nome vamos ser amigos

Eu nunca sei lidar com desconhecidos, então acho que não foi boa coisa ter esbarrado no menino, a qualquer momento eu podia falar alguma merda. Nunca mais eu fico no celular enquanto ando. Mentira, eu provavelmente vou fazer isso de novo algum dia pois eu sou teimosa para um excelentíssimo senhor caralho e só faço bosta. É a vida, né. No momento, eu tinha esbarrado em alguém que parecia meio brisado, mas tinha pedido desculpas e perguntado se eu estava bem, ou seja, era educado então tá tudo ótimo.
Após eu ter pedido desculpas já que eu também tive uma parcela de culpa nisso tudo e sido retardada e demorado a responder sua pergunta sobre meu bem-estar, ele deu um sorriso de canto e eu diz o mesmo, mesmo que as vezes eu pareça uma psicopata sorrindo, então dei o meu máximo para parecer uma pessoa normal e civilizada. Eu respondi sua pergunta  e também perguntei se ele estava bem, tentando parecer educada. Ele respondeu que estava bem e logo depois meio que se apresentou, falando que seu nome era Aaron. Tipo o de Mean Girls, adorei. Logo depois ele pediu desculpas novamente e que não esbarrava nas pessoas de propósito, por mais que pareça muito divertido. Eu acabei rindo um pouco do final, concordando com ele.
– Meu nome é Fay, prazer em te conhecer. E sim, parece muito divertido causar discórdia esbarrando nas pessoas. – Eu já fiz isso de propósito, mas não deu muito certo, a pessoa ficou um pouco puta. Bem pouco, sabe.
Depois de eu demonstrar não saber puxar assunto e ser uma merda em socializar com pessoas, o garoto que tinha um nome super legal que lembrava Mean Girls vulgo Aaron disse que estava tentando ir para o elevador, já que não conhecia nada de lá e estava usando um método não muito confiável para tentar chegar no elevador, o que fez eu rir um pouco. – Não parece muito recomendável tentar achar o elevador desse jeito. – Disse dando um  sorriso de canto, impressionada sobre como eu estava conseguindo conversar com ele de boa. Quero um prêmio. Aaron disse que agradeceria se eu o guiasse até o elevador ou então ele poderia parar no Paquistão, o que fez eu rir um pouco mais. Ele era engraçado, gostei dele. – Tudo bem, eu posso te guiar lá, mas já aviso que meu senso de direção é meio bosta. – Melhor avisar logo antes que de alguma merda. Sorri rapidamente e comecei a andar com minha mala em direção ao elevador, conseguindo achar o local com sucesso, me deem um prêmio por favor. Apertei aquele botãozinho que tem e esperei a porta do elevador abrir, entrando rapidamente e olhando para Aaron. – Não paramos no Paquistão, isso é bom. – Sorri para ele, tentando ser o mais amigável possível e não fazer merda.



  Stella Castillo
 Interagindo com: Robert hto
Localização: Saguão do Hotel
Status: vamo no outback urgente

Eu e Robert já éramos melhores amigos em 10 minutos de conversa, eu já tinha me soltado bem mais e esperava ansiosamente o momento em que a gente ia assistir um filme americano tipo Mean Girls enquanto comia alguma coisa nada saudável. Seria incrível, obviamente. Após Robert parecer preocupado, eu respondi que estava tudo bem e ele disse que isso o acalmava um pouco. Continuei sorrindo para ele, mostrando que estava tudo bem. – Pode ficar mais calmo. – Disse calmamente, ainda sorrindo.
Após as apresentações elaboradas que fizemos e após os apertos de mão que todos os adultos geralmente dão, começamos a conversar e descobrimos a informação super importante de que nós dois preferiamos How I Met Your Mother, o que me deixou bem feliz, quase todo mundo que eu conheço prefere F.R.I.E.N.D.S. Nós demos um High Five incrível e Robert começou a falar, sobre ele ter achado que eu ia deixar seu high five no vácuo e depois fez uma das perguntas mais importantes da história. Se eu preferia America's Next Top Model ou RuPaul's Drag Race. – Por que eu deixaria você no vácuo? E RuPaul's Drag Race, óbvio!– Talvez eu tenha ficado um pouco animada demais enquanto falava sobre o meu reality show favorito e começado a bater algumas palmas enquanto falava, demonstrando que eu estava talvez um pouco feliz demais. Só um pouco. Robert concordou comigo sobre como era maravilhoso achar alguém com os mesmos interesses que você, e comentou que seu gostasse de filmes da Lindsay Lohan também, ele me daria um abraço. Mas a pergunta é: Quem não gosta de filmes da Lindsay Lohan? Pois é, todos amam. – Quem não ama os filmes dela? Mean Girls é vida. Acho que você me deve um abraço, então. – Ri um pouco, esperando o abraço do meu novo querido melhor amigo.
Após Robert falar que levava tudo na brincadeira, eu disse que também queria levar tudo na brincadeira, o que fez ele começar a falar que ser assim deixava a vida adulta menos chata, e que eu parecia ter juízo, então deveria saber os momentos certos para isso e que ele deveria aprender comigo, mas dava trabalho e levar tudo na brincadeira era mais fácil. – Ah, aposto que você ainda deve ter um pouco de juízo. E eu preciso aprender a levar as coisas mais na brincadeira, de verdade. – É meio ruim ser tão séria, eu preciso aprender algumas coisas com o Robert. Urgente.
Minha amizade com ele já era mágica e éramos melhores amigos um do outro em tipo, menos de meia hora de conversa. Robert disse que já que éramos melhores amigos, esperava que pudéssemos ir no OutBack e dividir uma Ribs On The Barbie, que, segundo ele, era a melhor costela do universo. – Bem, não me mate, mas eu nunca comi isso. Mas parece muito bom do jeito que você fala, então eu preciso experimentar. – Agora eu preciso urgentemente ir no OutBack provar isso. Já sei para onde vou arrastar o Robert.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   3/4/2016, 18:43



a a r o n  c a m p b e l l
Interação: Fay aka menina do cabelo legal > Ninguém
Local: Saguão do Hotel > Elevador > Quarto
Status: vem me visitar pfvr

Poderia tentar prometer a mim mesmo que não iria andar com o foco ligado ao nada, mas eu sei que não vai dar certo então foda-se, vou continuar andando na rua que nem um retardado que fica esbarrando nas pessoas a cada trinta segundos. A vítima dessa vez foi uma garota que eu talvez nunca mais veja na minha vida e que também não tinha foco no caminho, então não me sinto totalmente culpado.
Me apresentei pra ela. Não me julgue, mas eu vou ficar nesse hotel por uns seis meses então eu ficaria feliz tendo alguém pra pagar meu almoço e assistir séries comigo comendo um balde de frango do KFC. O indivíduo riu da pequena piada que eu fiz sobre esbarrar nas pessoas só pra plantar uma intriga e se apresentou também, o que é ótimo, já é um indício de que eu já posso ir olhando o preço do balde grande de coxinha de galinha. O nome dela era Fay, um nome bonito e que provavelmente não me daria trabalho para lembrar e ela comentou que realmente parecia muito divertido fazer barraco esbarrando nos outros.
— Escreva o que eu digo, um dia eu ainda vou esbarrar num garçom e fazer ele derrubar toda a comida. Que não seja a minha, claro. — Na minha cabeça isso parece muito coisa que acontece em novela e série, no caso o garçom seria o personagem que só se fode e eu seria o figurante filho da puta. Já posso até imaginar a cena.
— Digamos que eu não sou o tipo de pessoa que faz as coisas pelo jeito recomendável. — Comentei quando ela decidiu julgar meu método de encontrar lugares e coisas. A ruiva acabou rindo de novo quando eu disse que provavelmente acabaria no Paquistão caso tentasse encontrar o elevador sozinho e concordou em me guiar até lá. — Se você tiver o mínimo de senso de percepção para perceber se tem alguma placa no cmainho mostrando para onde é o elevador ta mais do que bom. — Exatamente, além de ter o pior senso de direção da historia, eu ainda não conseguia perceber as coisas. Desculpa mãe, eu sei que você esperava bem mais de mim. Dito isso, Fay começou a andar em direção ao que eu esperava que fosse um elevador, e felizmente era. — Achei que seu senso de direção fosse uma bosta. — E fiz uma falsa cara de indignação que foi desfeita quando ela disse que era muito bom não termos parado no Paquistão. Sorri e entrei no elevador, parando ao lado dela e apaertando o botão do terceiro andar.
Não disse nada enquanto o elevador subia, até porque subia rápido e não ia dar tempo de manter uma conversa aceitável, então só esperei chegar no meu andar e sai. Mas, antes de ir para o quarto, eu me virei para o elevador e segurei a porta.
— Fiquei curioso sobre você. Meu quarto é o 307, aceito visitas. — Sorri para ela, soltei a porta do elevador e entrei no quarto.
Dei uma boa olhada em voltada pra decidir se eu tinha gostado ou não, e para a felicidade daquele hotel, eu tinha gostado muito. Deitei minha mala no chão e a abri, logo tirando minha camiseta e largando lá dentro de qualquer jeito. Minha próxima parada foi no frigobar, onde eu peguei uma cerveja alemã que tinha ali e fiquei bebendo enquanto olhava para o teto. Que vida emocionante.





r o b e r t  o'h a r a
Interação: Stella deusa
Local: Saguão do hotel
Status: vamo subir ne linda


Eu já tinha planejado tudo na minha cabeça: Nós íamos subir, vestir nossos pijamas, assistir algo como Meninas Malvadas ou Confissões de uma Adolescente em Crise ou Diário de Bridget Jones enquanto nos entupimos de algo bem gorduroso, depois íamos assistir algum realityshow legal cofcofRuPaul's Drag Racecofcof, e por fim iríamos discutir pra decidir quem de nós vai ser a Regina George. Meu Deus, eu estou virando uma garota americana dos anos 2000.
Stella disse que eu poderia me acalmar, já que ela não estava mais tão nervosa e assustada, o que significa que minha agenda de garota americana provavelmente vai acontecer.
— O.k, mas acho que se eu ficar mais calmo do que eu estou acho que posso virar um velho eremita e sair procurando por um aprendiz. — Considerando que eu ia ser um velho eremita meio jovem, ia ser incrível.
Eu esqueci de mencionar enquanto eu me apresentava que eu adoro rinocerontes porque eles são legais e tem chifres no nariz, mas isso não vem ao caso agora. Depois de perguntas muito importantes, fiz a última delas para confirmar nossa amizade: America's Next Top Model ou RuPaul's Drag Race. Eu poderia sair pulando pelo saguão quando ela respondeu Drag Race porque esse é o melhor reality show que poderia ter sido inventado, sem brincadeira.
— Não sei, na minha cabeça eu sou alguém que é tão feliz que parece um maníaco, então talvez você rejeitasse a idéia do high five. Meu Deus você prefere Drag Race, me dá um abraço. — Eu sou o tipo de pessoa que não curte abraçar, eu gosto mais de dar a mão pros outros mas essa era uma situação na qual o abraço era extramamente necessário, porque sério, RuPaul's Drag Race tem o poder de criar amizades e amigos se abraçam. Pra terminar tudo, ela gostava dos filmes da Lindsay Lohan que era o que faltava para eu ter uma parada cardíaca porque é a primeira vez que eu encontro alguém tão perfeito, que não seja eu, claro. Eu disse que iria abraçá-la caso ela gostasse dos filmes e foi isso que eu fiz, ainda fiz cafuné no cabelo dela, como se fossemos amigos desde sempre.
Por algo motivo, o rumo da conversa mudou para levar as coisas a sério, mas é aquele ditado: vamo fazer o que. Stella disse que eu provavelmente ainda tinha um pouco de juízo. Hm, não.
— Sobre meu juízo, eu não diria exatamente com essas palavras, mas tudo bem. Se você sobreviver uma semana na minha companhia, vai levar as coisas na brincadeira e não vai nem notar, modéstia a parte. — Eu acho que é algo bom levar as coisa na brincadeira, até porque eu gosto muito de brincar com as pessoas, por mais que eu devesse ser sério porque eu tenho um trabalho de gente séria mas não, eu não consigo. De verdade.
— Se você nunca comeu uma Ribs On The Barbie, você ainda não viveu. Um motivo para ela ser incrível é ter "Barbie" no nome, já começa por ai. — Posso sobreviver só de costela pro resto da minha vida se eu quiser, a única coisa que me atrapalha é que é caro pra caralho. — Acho que a gente deveria subir e desfazer as malas né? — Devíamos estar uns quarenta minutos ali conversando quando já podíamos estar comendo Doritos de pijama enquanto fazemos algo nada produtivo. Eu acabei de descrever minha vida só nessa frase.


Última edição por Alasca em 5/4/2016, 23:13, editado 1 vez(es)
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   3/4/2016, 23:28



Talia Giannopoulos
Interação:Três pessoas muito legais
Localização: Saguão do Hotel
Status: vamos ser todos amigos eeeeeee

Minha abordagem super amigável tinha sido um grande sucesso, palmas para minha pessoa e para minha hiperatividade que me faz falar trezentas coisas ao mesmo tempo. As duas garotas loiras e bonitas não pareciam assustadas e com vontade de chamar a Polícia, mas sim felizes com os elogios que fiz, ou seja, deu tudo certo e vida que segue, graças a Deus. Continuei sorrindo como o usual, enquanto as garotas se apresentavam. Uma se chamava Laverne e a outra, Diane. Nomes bonitos e normais, amei. Eu vim da Grécia e várias vezes ia visitar o país, então era costume ouvir uns nomes monstruosos cheios de consoantes e poucas vogais. Elas falaram que era um prazer me conhecer e tal, coisas normais quando a conhece alguém. – O prazer é todo meu! – Dei meio que um aceno para elas, só que meio animado demais como sempre.
Elas agradeceram pelos elogios e eu continuei sorrindo, uma parecia um pouco mais nervosa que a outra, um amorzinho. Logo depois elas me elogiaram também, e eu fiquei grata, acho que todo mundo fica feliz com elogios. – Ah, sério? Obrigada pelo elogio. – Demonstrei minha gratidão, enquanto enrolava meu cabelo em um dos meus dedos, uma mania de longa data minha.
Estava tudo acontecendo normalmente, até que uma das loiras, a Diane, passou as mãos pelo pescoço e olhou para a minha pessoa, falando a seguinte frase: "Está quente aqui ou é só você?". Algumas pessoas reagem a cantadas ficando envergonhadas, outras ficam com raiva. Eu começo a rir. Sim, isso mesmo. Eu comecei a rir quando Diane soltou a cantada maravilhosa. Não que não tenha funcionado. Talvez tenha, quem sabe. – Uau, você é engraçada. Eu gosto de pessoas engraçadas. – Isso é verdade, pessoas engraçadas são as melhores, adoro. Continuei sorrindo para ela, logo depois olhando para Laverne. – Vocês... São irmãs né? São muito parecidas, sabe, fisicamente. – Perguntei. Elas com toda certeza eram parentes, mas perguntei mesmo assim para puxar papo e tentar fazer alguma amizade.
Desviei um pouco o olhar das duas garotas e olhei para o lado, me deparando com um garoto de aparência super amorzinho. Tá, todo mundo é fofo/amorzinho/conceitual para mim, mas isso não vem ao caso no momento. Novamente, a pessoa cara-de-pau que existe dentro de mim voltou a tona e cutuquei o seu braço algumas vezes e acenei. –Oi! Meu nome é Talia, essa é a Diane e a outra é a Laverne. – Disse, enquanto apontava respectivamente para cada loira. – E qual o seu nome? – Perguntei, tentando conseguir mais uma amizade nesse Hotel, dessa vez com o ser amorzinho ali.



Fay Schreave
Interagindo com: Aaron que curte gel de cabelo >>>> Solidão
Localização: Saguão do Hotel >>>> Elevador >>>> Quarto >>>> Quarto 307
Status: bora assistir Mean Girls pfvr

Minha mãe me ensinou quando pequena que eu sempre devia prestar atenção por onde andava e que não devia falar com estranhos. Em cinco minutos eu consegui ir contra os dois ensinamentos. Desculpa aí, mãe. No momento, eu tinha esbarrado em alguém que também não tinha muito foco por onde andava, ou seja, eu não era inteiramente culpada por isso. Eu acho.
A pessoa se apresentou, algo que eu certamente não esperava, revelando que seu nome era Aaron, um belo nome que estava presente no meu filme favorito vulgo Mean Girls. Continuando, ele se apresentou e eu fiz o mesmo, tentando parecer um ser humano civilizado. Acabei rindo do comentário dele sobre esbarrar nas pessoas e dei minha opinião incrível sobre, e logo depois ele respondeu falando que um dia ele ainda iria esbarrar em um garçom e fazer ele derrubar toda a comida, que não fosse a dele, é claro. Ri novamente. – Eu espero estar lá para ver essa cena. E também espero que não seja minha comida, ficaria bem triste se fosse. – Disse, demonstrando meu amor pela comida na última frase e também que eu tinha uma alma de gorda imensa que não conseguia ficar um mês sem ir no McDonalds ou no KFC. Eu ainda não sei como não tenho colesterol alto, sinceramente. Bem, vida que segue.
Comentei sobre seu método super recomendado para achar elevadores e o garoto disse que geralmente não fazia as coisas pelo jeito recomendável. Concordei com a cabeça e dei um sorriso de canto. – Bem, eu também não. – Disse. Logo após isso eu aceitei ser sua guia para o elevador, antes que ele parasse em outro país e nunca mais fosse visto. Avisei que meu senso de direção era meio cagado e ele disse que se eu tivesse o mínimo de senso de percepção para perceber uma placa que mostrasse o caminho, estava mais do que ótimo. – Acho que eu consigo fazer isso. – E sorri para ele, começando a andar. Incrivelmente, consegui achar o elevador de primeira sem ter que dar mil voltas pelo Hotel, o que foi uma conquista. Aaron comentou que achava que meu senso de direção era uma bosta, enquanto fazia uma cara de indignação. Soltei um riso baixo enquanto olhava para o chão. – Bem, parece que finalmente meu senso de direção quis colaborar. – E logo depois comentei sobre como era bom não termos parado no Paquistão, o que fez ele sorrir enquanto entrava no elevador e apertava o botão de seu andar.
Ficamos quietos por todo o tempo no elevador, que não fora muito grande, já que ele chegou rapidamente no andar de Aaron, vulgo terceiro andar. As portas se abriram e ele saiu, provavelmente a gente nunca mais conversaria se ele não tivesse se virado para minha direção, segurado a porta e dito que tinha ficado curioso sobre mim, que seu quarto era o 307 e ele aceitava visitas, logo depois sorrindo, o que fez eu sorrir também, enquanto ele soltava a porta do elevador e eu sem conseguir responder ele. Bem, eu também tinha ficado curiosa sobre ele. Aaron tinha conseguido passar no meu teste de primeira impressão, que é onde eu decido se eu gosto ou não da pessoa. O elevador chegou ao quarto andar e eu saí, indo em direção ao meu quarto, 405.
Que quarto maravilhoso, socorro. Era bem o meu estilo, ou seja, cheio de coisas rosas e bonitinhas. Dei um sorriso leve e coloquei minha mala no chão, abrindo-a e colocando meu casaco dentro dela. Mexi um pouco dentro dela e encontrei o DVD de um dos melhores filmes já feitos vulgo Mean Girls e peguei, logo depois fechando a mala e deixando o casaco de qualquer jeito dentro dela, logo depois saindo do quarto novamente. Andei até o elevador e, por muita sorte, ele ainda se encontrava no meu andar. Entrei no elevador e apertei o botão do terceiro andar, enquanto repetia mentalmente o número do quarto de Aaron. A porta do elevador abriu e eu andei até seu quarto, vulgo 307, e bati na porta, logo depois olhando para o DVD em minhas mãos e esperando uma resposta.



  Stella Castillo
 Interagindo com: Robert hto
Localização: Saguão do Hotel >>>> Elevador
Status: melhor amizade pfvr ne

Em menos de uma hora no Hotel eu já tinha feito uma amizade super incrível e já estávamos nos considerando melhores amigos. Já posso imaginar que daqui algumas horas nós estaríamos fofocando sobre qualquer pessoa por aí e vendo aqueles filmes melosos que, não vou mentir, adoro muito mesmo, tudo isso enquanto comíamos alguma coisa gordurosa que vai acabar com o nosso colesterol. E sorvete, obviamente. Tudo fica melhor com sorvete.
Após eu ir de pessoa nervosa para pessoa de boa em, sei lá, poucos minutos, eu falei para o ser chamado Robert que ele podia ficar calmo e o mesmo disse que se ele ficasse ainda mais calmo, ele viraria um velho eremita e sairia procurando um aprendiz. Eu acabei rindo de sua resposta, tapando minha boca com a mão como de costume. – Uau, Você está tão calmo assim? E quais são os requisitos para ser seu aprendiz? – Perguntei, brincando. Vai que eu viro sua aprendiz e a gente sai por ai fazendo vários nada. Adorei.
Nossas maravilhosas apresentações serviram para aproximar ainda mais a gente por termos incrivelmente os mesmos gostos. Tipo, nós dois preferimos How I Met Your Mother e RuPauls Drag Race vulgo melhor reality show da atualidade. Nós demos um incrível high five e logo depois eu me demonstrei um pouco animada quando ele perguntou qual reality show eu preferia, mas com razão, por favor né. – Você não parece um maníaco, só é muito feliz e eu acho isso legal. – Logo depois Robert me abraçou por eu preferir Drag Race e eu retribui o abraço, soltando um leve riso da situação. – Ótimo saber que você prefere Drag Race, agora já sei quem eu vou obrigar a assistir comigo. – Ou seja, agora ele vai ter que me aguentar super animada e tendo uns ataques quando minha Drag favorita ganha algum desafio. Boa sorte, Robert. No fim, ele descobriu que eu também gostava dos filmes da Lindsay Lohan, mais uma coisa para lista de gostos em comum. Ele disse que me daria um abraço se eu gostasse dos filmes, e assim fez, me abraçando novamente e com um bônus, fazendo meio que um cafuné no meu cabelo. Dei um sorriso e o abracei um pouco mais forte, como se fôssemos melhores amigos desde sempre. Melhor amizade, eu sei.
Começamos a conversar sobre levar as coisas a sério, coisa que eu sempre faço. Eu comentei para Robert que ele ainda deveria ter um pouco de juízo, acho que todo mundo tem. O mesmo respondeu que não falaria sobre seu juízo com essas palavras e que se eu sobrevivesse uma semana em sua companhia, eu começaria a levar tudo na brincadeira e nem notaria. Eu acho que isso é uma coisa ótima, queria ser super feliz que nem ele. – Vou ficar colada em você então, deve ser muito legal levar tudo na brincadeira. – Eu sinceramente queria ser igual o Robert nesse aspecto. Triste vida.
– Agora eu preciso experimentar isso, parece incrível. Preciso de um voluntário para ser arrastado até o Outback. – A descrição de Robert sobre a costela só aumentava minha vontade de provar isso. Socorro. Depois de muito tempo de conversa, Robert lembrou que deveríamos ir desfazer as malas. – Ah, sim. Vamos. – Disse, enquanto pegava minhas trocentas malas e caminhava até encontrar o elevador, apertando aquele botãozinho e esperando ele chegar, logo fazendo o óbvio que era entrar e apertar o botão do meu andar, vulgo segundo.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   2/5/2016, 18:33



a a r o n  c a m p b e l l
Interação: Ninguém > Fay Schreave
Local: Quarto
Status: de tantos filmes pq mean girls

As vezes eu me pergunto como minha mãe conseguia mandar eu não falar com estranhos e segundos depois dizia que eu tinha que fazer novos amigos. Olha, na minha percepção, um amigo era anteriormente alguém que você não conhecia, então quando você faz um amigo você vai contra o que sua mãe mandou. Difícil.
Indo contra o que minha mamãe me ensinou, eu estava conversando com uma estranha mas só queria novas amizades porque eu odeio ficar sozinho. Não pergunte porque, eu só não gosto, não tenho exatamente um motivo. Enfim, o nome da garota era Fay e nós tinhamos em comum o fato de acharmos divertida a ideia de esbarrar em um garçom que esteja levando comida que não seja a nossa. Um pouco barraqueiros, talvez.
— Eu posso fazer isso aqui no restaurante do hotel, assim todo mundo pode admirar a belíssima cena. Mas, infelizmente, não posso garantir que não seja sua comida. Posso fazer um esforço pra reparar mas nada garantido. — Isso realmente estava na minha lista de coisas para fazer antes de morrer. Arrumar intriga na rua é legal mas arrumar intriga com alguém de outro lugar que você nunca mais vai ver é melhor ainda, por isso é uma boa fazer algo do tipo em outra cidade ou país.
Conversa ia, conversa vinha e o assunto do momento era métodos aceitáveis para encontrar algum lugar, no caso um elevador. Deve ter alguma coisa errada comigo e com as pessoas que eu converso. O importante é que eu comentei que nunca fazia as coisas pelo modo recomendado e a moça admitiu que era como eu nesse quesito.
— Qual é a graça de fazer algo pelo modo recomendado? — Nenhuma. Uma pessoa que leva a vida fazendo as coisas pelo modo recomendado deve realmente morrer de tédio. A baixinha conseguiu chegar no elevador de primeira, mesmo dizendo que seu senso de direção era horrível. Colega acho que você precisa trabalhar a definição de horrível. — O seu funciona as vezes, melhor que o meu que nunca funciona. — E morreu o assunto porque o elevador calou nossa boca de alguma forma desconhecida. Foi até bom, me impediu de falar alguma merda.
Nos separamos no elevador e talvez ela aparecesse para me visitar, porque como eu disse, odeio ficar sozinho. Claro que algumas vezes você quer sua privacidade mas fora desses momentos, eu odeio. Enfim, eu estava encarando o teto como se o desafiasse para uma batalha enquanto bebia. Acho que alguém está precisando de algo produtivo para fazer com a vida. Ouvi alguém bater na porta e deduzi que era Fay ou a camareira. Provavelmente a camareira querendo saber se eu preciso de mais uma toalha ou de mais um sabonete ou qualquer coisa a mais. Deixei a bebida na mesa e fui atender e porta, e para minha surpresa era a Fay. Por essa eu não esperava.
— Bem vinda ao quarto que, para sua sorte, eu ainda não tive tempo de bagunçar. — Se já estivesse bagunçado seria mais correto chamar de lixão ao invés de quarto, mas isso é apenas um detalhe. Liberei a passagem para que ela pudesse entrar e notei que ela trazia um DVD em suas mãos. Um DVD de Mean Girls, eu mereço. — De todos os filmes que você podia trazer, por que Mean Girls? Só por curiosidade. — Não tenho nada contra o filme, porém tenho um pouco de ódio pela existência de um bendito personagem com meu nome. De tantos nomes para colocarem no ser humano, por que logo o meu? Sempre me pergunto isso.
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MensagemAssunto: Re: [RPG] O'Brian Hotel   4/5/2016, 19:07



Fay Schreave
Interagindo com: Solidão >>>>>>>>> Aaron super bff
Localização: Quarto 307
Status: pq não mean girls me explica monamu

Eu tinha acabado de fazer mais uma amizade para minha vasta coleção de zero amigos. Obviamente dá para perceber que eu sou alguém super sociável e que não passa o dia inteiro deitada vendo foto do crush famoso e assistindo uma das séries originais da Netflix. Bem, o nome do meu novo amigo que tem cem por cento de chance de nunca mais lembrar de mim era Aaron, o que só me fazia lembrar de certo filme super incrível que todos sabem qual é. Nós já tínhamos uma coisa em comum, o tretaísmo no sangue. Conversávamos sobre como deveria ser legal esbarrar em um garçom que levasse a comida de alguém. Obviamente, que não fosse a nossa comida. – Por favor, faça um esforço para reparar se é ou não minha comida. Eu ficaria bem triste se fosse. – Meu espírito de gorda novamente falou mais alto, e provavelmente o garoto já deve ter percebido que eu não vivo sem comida e que trocaria muita gente por um balde de KFC. Não me culpem.
O tópico da conversa mudou para métodos recomendáveis para se encontrar um local, no momento o local escolhido era o elevador. Uma conversa normal para duas pessoas super normais, claramente. Ele perguntou qual era a graça de fazer as coisas do jeito recomendado. – Não tem graça. É mais divertido fazer as coisas do jeito errado. – Vamos dizer que eu sou campeã em fazer bosta. E isso piora quando não estou sóbria. Uma maravilha, se podemos dizer assim. Depois disso, eu consegui achar o elevador e ainda por cima de primeira. Pela primeira vez o meu querido senso de direção decidiu colaborar e me ajudar. Aaron então disse que pelo menos o meu senso de direção funcionava as vezes, diferente do dele que nunca funcionava. Eu iria perguntar se o senso de direção dele era tão ruim assim, mas o elevador calou nossa boca e ficamos quietos por alguns segundos.
Após isso, cada um foi para o seu quarto e eu iria visitar Aaron, que tinha me chamado para seu quarto. Aposto os dez centavos que eu tenho que vamos ser super amigos. Desci para o andar dele e bati na porta de seu quarto, enquanto segurava o magnífico dvd de Mean Girls. Meu filme favorito, claramente. Esperei um pouco até ele abrir a porta, o que fez eu decidir parar de olhar o dvd e olhar para Aaron. Sem camisa. Socorro. Talvez, só talvez, eu tenha ficado um pouquinho vermelha e ter me assemelhado um pouco com o meu cabelo. Olhei de novo para o DVD, que era provavelmente a coisa menos idiota a se fazer. Ouvi ele me dando boas vindas ao seu quarto que, para minha sorte, ele ainda não tivera tempo de bagunçar, logo depois me dando passagem para entrar e foi o que eu fiz, entrando rapidamente. Olhei em volta de seu quarto, que, assim, era bem diferente do meu. – Bonito quarto. Bem diferente do meu que, bem, é todo rosa. – Provavelmente ele já tinha percebido que eu era uma amante louca de rosa, por conta da minha mala, da capa do meu celular, das minhas roupas e entre outros. Aaron viu o DVD em minhas mãos, e perguntou o porque de eu trazer aquele filme, de todos os que eu podia trazer. – Por que não Mean Girls? É um filme incrível e todo mundo deve assistir alguma vez na vida. E talvez, só talvez, tenha sido por conta do seu nome. – Logo após isso, dei um maravilhoso sorriso cínico e finalmente olhei para ele, que provavelmente estava me xingando mentalmente e querendo me jogar pela janela ou somente me jogar para fora do quarto dele mesmo. É a vida.
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